“Hoje, 2 de agosto de 2023, às 14h44, o STF retomou o debate sobre a inconstitucionalidade do artigo 28 da lei de drogas de 2006. O julgamento que pode descriminalizar o porte de drogas, especialmente da maconha para uso pessoal, fora interrompido em setembro de 2015 com o pedido de vista de Teori Zavascki. O juiz morreu em um acidente de avião em 2017 e seu sucessor Alexandre de Moraes liberou voto-vista em 2018, mas só agora, depois da névoa da ignorância fascista e facínora que turvou o país, voltou a ser tema de debate no Supremo.
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Fotografei o céu da sessão de hoje para olhar com calma nos próximos dias. Ascendia em Brasília o signo de Sagitário regido por Júpiter que está na casa 5 por quadrantes e na casa 6 por signos inteiros. A matéria protagonista vai da casa da recreação para a casa da medicina. De Júpiter, Marte, o regente do encarceramento se distancia para alcançar o ponto mais alto do mapa, vem a público a discussão sobre a prisão sendo o caso que levou ao julgamento, o de um usuário de maconha que estava preso no estado de São Paulo. O Supremo, a autoridade máxima que está em vias de julgar é Mercúrio que está exaltado em Virgem o que parece bom, mas ainda amarrado na oposição a Saturno, o que parece ruim. Vendo Xandão em ação logo no início da reunião fico me perguntando se o ministro não está representado pela Vênus em Leão retrógrada por ser ela a regente da 11, a casa dos ministros, por estar com ele a palavra solar que protagoniza acidentalmente o dia e por estar retrógrada, afinal de contas, Alexandre de Moraes é aquele mesmo que ceifou performaticamente uma plantação de maconha no Paraguai nos idos de 2016. Teria Xande, assim como Alckimin, dado uma volta em si mesmo em tão pouco tempo?
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Por enquanto estou só pensando alto com vocês…”