“A Lua Cheia desponta no horizonte da minha cidade assim que o Sol se puser. Será assim também na sua cidade mesmo se estiver em fusos diferentes. É a Cheia em Gêmeos transformando a noite em dia. Agora escrevo do Pantanal e ouço essa Lua em Gêmeos que me encanta desde a minha infância. Essa mulher que sozinha é uma dupla, um espelho d’água, uma pisciana noturna de Ascendente em Linda e de uma Lua literária, geminiana, sereia mágica que brincando e sorrindo faz tudo no mundo ser possível. Tete Espíndola
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Cunhataiporã
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Onde você quer ir meu bem?
Diga logo pra eu ir também
Você quer pegar aquele trem
É naquele trem que eu vou também
É pra Ponta Porã
Cunhataiporã cherô rai rô
É pra Corumbá
É lá que eu vou pegar um barco
E descer o rio Paraguai
Cantando as canções que não se ouvem mais
E descer o rio Paraguai
Cantando as canções que não se ouvem mais
Pra onde você quer ir meu bem?
Diga logo pra eu ir também
Você quer pegar aquele trem
É naquele trem que eu vou também
É pra Ponta Porã
Cunhataiporã cherô rain rô
É pra Corumbá
É lá que eu vou pegar um barco
E descer o rio Paraguai
Cantando as canções que não se ouvem mais
E descer o rio Paraguai
Cantando as canções que não se ouvem mais
Pra onde você quer ir meu bem?”