Eu sei, são 5 medalhistas, mas eu preciso começar por algum lugar. Rebecca Andrade, não é o primeiro post que faço sobre essa maravilhosidade. Na segunda imagem você confere o céu do dia do nascimento da ginasta, mas sem horário definido (ignorem casas e ascendente).
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Em primeiro lugar estamos falando de uma competidora de altíssima performance, estamos falando de Marte. Marte de Rebecca Andrade é esse planeta retrógrado aos 29 graus e 4 minutos de Libra. Há, nesse posicionamento, ao mínimo duas debilidades, uma essencial, um signo de difícil expressão para Marte e outro acidental, a sua retrogradação, condição que também dificulta o seu desenvolvimento. Ressalto isso nesse momento de extremo júbilo da nossa atleta para exemplificar o quanto a astrologia não é sobre fatalidade e sim sobre narrativa, modo e level em que se vive, em que se expressa a vida. Eu não sou apaixonada pela astrologia. Eu sou apaixonada pelas pessoas. O que a astrologia faz é dar linguagem e poesia para que possamos falar sobre elas. Rebeca, mulher, de carne, osso, suor, sorriso, choro e alegria, quanta dignidade você é capaz de oferecer a ao Deus da Coragem diante de tantas adversidades? Seu corpo impecavelmente preparado, sua expressão leve, exalando bom humor, libido, graciosidade, seu equilíbrio interno e externo sobre solo ou aparelho. Desde a última olimpíada essa se tornou a minha imagem de Marte em Libra preferida. Toda força, disciplina e coragem contra a gravidade e a favor da Vênus. A Vênus em trígono perfeito, conjunta a Betelgeuse e em recepção com Mercúrio também aos 29, mas de Áries, signo de Marte e assim temos um triângulo amoroso. Marte ama Vênus que ama Mercúrio que ama Marte num looping triplo, exato, carpado, cravado entre a inteligência, determinação e a beleza.
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Vênus conjunta a Betelgeuse, gosto sempre de lembrar, o ombro do GIGANTE, aquela mesma estrela que a Rayssa Leal tem seu Marte alinhado. Gênias.